Total de visualizações de página

domingo, 26 de fevereiro de 2023

Maiores sequências invictas no Beira-Rio


 
As cinco maiores sequências invictas do Internacional no Beira-Rio (as datas marcam as derrotas anterior e posterior à sequência):

46 jogos
28/11/1973 - 23/07/1975
1 ano, 7 meses e 25 dias
37 vitórias
9 empates

31 jogos
27/06/1993 - 21/08/1994
1 ano, 1 mês e 25 dias
23 vitórias
8 empates

31 jogos
03/08/2005 - 20/05/2006
9 meses e 17 dias
26 vitórias e 5 empates

29 jogos
02/05/1992 - 16/03/1993
10 meses e 14 dias
17 vitórias e 12 empates

29 jogos
02/07/1978 - 01/04/1979
9 meses
25 vitórias e 4 empates

28 jogos
28/03/1976 - 19/12/1976
8 meses e 21 dias
28 vitórias

26 jogos
01/05/1970 - 18/12/1970
7 meses e 17 dias
19 vitórias e 7 empates

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

Jogadores do passado: Cláudio Danni


Cláudio João Danni nasceu em 22 de fevereiro de 1942, em Canoas (RS).

Cláudio Danni começou a jogar futebol na equipe do Externato São Luiz, de Canoas, onde atuava como goleiro. Em 1956 defendeu o EC Monte Castelo e em 1957 e 1958 jogou no Cometa, ambos clubes canoenses. Também teve rápidas passagens pelo Oriente e Brasil, também de Canoas. A essa altura já jogava de centromédio.

Em janeiro de 1959 Cláudio Danni foi levado aos juvenis do Internacional, atuando ao lado de jogadores como Beno, Ari Ercílio, Sepe e Paulo Berg. Em 15 de agosto de 1959 essa equipe bateu o Grêmio por 1x0, no Olímpico, pelo campeonato metropolitano. O Colorado conquistou o título juvenil da temporada. Cláudio fez parte da equipe juvenil que ficou invicta de agosto de 1958 a abril de 1960.

Em 1960 Cláudio Danni subiu para os aspirantes. E em 4 de setembro de 1960 estreou no time principal. O Internacional enfrentava o Floriano, no Olímpico. Cláudio Danni começou como titular, sendo substituído depois por Kim, em partida que o Floriano venceu por 3x1. Após alguns amistosos, logo Cláudio Danni assumiu a titularidade, as vezes na zaga, as vezes no meio. Apesar do Grêmio ficar com o título da temporada, Cláudio Danni ficou invicto no clássico: 1x1 e 2x1.

Em 1961 Cláudio Danni continuou como titular. E em 12 de julho de 1961, no amistoso com o Cruzeiro, o Internacional venceu por 5x0 e Cláudio Danni fez seu primeiro gol na carreira, o quinto gol colorado na partida. Em 22 de novembro o Internacional venceu o Riograndense de Rio Grande, nos Eucaliptos, pelo campeonato gaúcho. Cláudio Danni, de cabeça, marcou o sétimo gol colorado. Em 3 de dezembro de 1961 Cláudio Danni estava em campo na vitória colorada por 2x1 sobre o Pelotas, que deu ao clube o título gaúcho.

Em 1962 Cláudio Danni participou da grande campanha colorada na Taça Brasil, onde o clube foi eliminado apenas na semifinal, depois de uma árdua disputa com o Botafogo de Garrincha, que precisou de um jogo extra. Porém, no estadual, o Colorado perdeu um título praticamente ganho.

Em 1963 o futebol de Cláudio Danni chamou a atenção do centro do país. Em março ele foi convocado para a Seleção Brasileira que disputou o campeonato sul-americano na Bolívia, disputando os dois últimos jogos: Equador (2x2) e Bolívia (4x5). Se essa seleção foi formada com atletas mineiros, alguns reforços do interior paulista e os colorados Cláudio Danni e Flávio, o defensor do Internacional foi novamente convocado para a Copa Roca, em abril. Ao lado de Pelé, Cláudio Danni participou da vitória por 5x2 sobre a Argentina. Em seguida fez parte de uma excursão fracassada à Europa, onde jogou três partidas: Portugal (0x1), Bélgica (1x5) e Racing Paris (0x2).

Com as convocações e algumas lesões, Cláudio Danni pouco atuou pelo Internacional na temporada de 1963. E também começou o assédio do centro do país. Em julho o Flamengo tentou contratar Cláudio Danni. Em seguida o Botafogo também tenta contratá-lo. Em 20 de agosto, o Corinthians oferece 30 milhões de cruzeiros e mais a renda líquida de um amistoso entre os dois clubes.

Em 1º de setembro de 1963 Cláudio Danni participou do amistoso contra a Seleção de Artigas. O Internacional venceu por 6x2. Foi sua última partida pelo Colorado. Pouco depois Cláudio Danni foi negociado com o Corinthians.

Cláudio Danni ficou no Corinthians até o início de 1966, quando foi negociado com o Cruzeiro de Belo Horizonte. Pelo clube mineiro foi campeão da Taça Brasil em 1966 e estadual em 1966 e 1967. No início de 1968 Cláudio Danni trocou de Cruzeiro, vindo jogar no clube de Porto Alegre, onde ficou até o final de 1970, quando encerrou a carreira. Foi campeão da Taça Governador do Estado em 1970.

Seus números no Internacional:
112 partidas
65 vitórias
24 empates
23 derrotas
2 gols
Campeão gaúcho em 1961

domingo, 19 de fevereiro de 2023

Jogadores do passado: Osquinha

 


Oscar Henry Ellwanger nasceu em Porto Alegre, em 19 de fevereiro de 1939.

No futebol ele ficaria conhecido como Osquinha, jogando como meia-atacante. Iniciou sua carreira no Renner, chegando à equipe principal em 1957. Na temporada de 1958, a última do clube, foi titular do time dos industriários. Mas no início de 1959 o Renner fechou as portas e vários atletas do clube ingressaram no Internacional, entre eles Osquinha.

Osquinha estreou no Internacional em 26 de março de 1959, em um amistoso contra o Nacional, disputado no Tiradentes, estádio de seu ex-clube. O jogo terminou 1x1, e junto com Osquinha estrearam os ex-rennistas Zago, Dílson e Bonzo. Em seu terceiro jogo pelo clube, em 3 de abril, Osquinha marcaria seu primeiro gol, e também seria expulso. O Colorado enfrentava o Estudiantes de La Plata, nos Eucaliptos. Ainda no 1º tempo o Internacional abriu 3x0 no placar. Osquinha marcou o 3º gol rubro. Mas logo aos 7' do 2º tempo Osquinha foi expulso por uma falta comum. O Internacional venceu o jogo por 4x1.
Gol de Osquinha - Manchete Esportiva

Mas apesar da boa atuação contra o Estudiantes, e dias depois contra o Fluminense, Osquinha não emplacou como titular. Ele atuaria mais tempo na equipe de 2ºs quadros. Pelo time principal Osquinha disputou 14 amistosos e, no final do ano, três partidas pelo campeonato metropolitano, contra Cruzeiro (4x1), Juventude (3x1) e São José (1x1). Em 28 de dezembro de 1959, no Olímpico, o Internacional empatou em 1x1 com o São José, na última partida de Osquinha pelo Colorado.

Em 1960 Osquinha foi jogar no São José. No final da temporada de 1961 Osquinha se transferiu para o Aimoré, emcerrando a carreira no final de 1962, aos 23 anos, quando conseguiu um emprego na Caixa Econômica Federal.

Mesmo bancário, Osquinha continuou jogando, defendendo a CEF no campeonato da categoria. Em 1965 o Cruzeiro de Porto Alegre, em dificuldades, correndo risco de rebaixamento, buscou resgatar Osquinha. O jogador chegou a participar de coletivos, mas não acwertou salários.

Em 1966 Osquinha novamente aparece na imprensa, em uma matéria sobre o campeonato bancário, onde funcionários de outras instituições reclamavam que a CEF dominava a competição, com uma equipe formada apenas com ex-atletas profissionais.

Osquinha, depois disso, desaparece do noticiário. Em agosto de 2019 ele teve sua interdição decretada pela justiça. Os limites da interdição ficavam restritos aos atos da própria saúde, do patrimônio e dos negócios. Em fevereiro de 2022 Osquinha é citado em uma lista de aniversariantes do mês no informativo da Associação Gaúcha de Economiários Aposentados (AGEA). Sem outras notícias na imprensa, é muito provável que o ex-atleta colorado ainda esteja vivo e completando 84 anos.

Seus números no Internacional:
17 partidas
9 vitórias
3 empates
5 derrotas
1 gol marcado

quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Aproveitamento dos goleiros colorados em pênaltis

 
Hiran, o goleiro com melhor desempenho considerando os que tiveram pelo menos dez pênaltis contra.
Foto: Ricardo Giusti/Correio do Povo

O desempenho dos goleiros colorados em pênaltis marcados durante as partidas (não incluído as disputas de pênaltis). O período que aparece ao lado do goleiro é referente ao primeiro e último pênalti que ele enfrentou, não correspondendo necessariamente ao tempo em que ele atuou no clube.

Esta lista certamente é incompleta, pois principalmente nas primeiras décadas do futebol, nem sempre a imprensa reproduzia todos os acontecimentos das partidas, principalmente aqueles que não resultavam em gols.

100%
Zé Carlos (1985)
1 pênalti defendido
Total de pênaltis: 1

Marcelo (1940)
1 pênalti defendido
Total de pênaltis: 1

Russomano (1913)
1 pênalti defendido
Total de pênaltis: 1

50%
Travi (1920)
2 pênaltis defendidos
2 pênaltis convertidos (50%)
Total de pênaltis: 4

Luiz Carlos (1958)
1 pênalti defendido
1 pênalti chutado para fora
Total de pênaltis: 2

De Lorenzi (1919)
1 pênalti defendido
1 pênalti chutado para fora
Total de pênaltis: 2

36,36%
Hiran (2000-2001)
4 pênaltis defendidos
7 pênaltis convertidos (63,64%)
Total de pênaltis: 11

33,33%
Periquito (1952-1953)
2 pênaltis defendidos
4 pênaltis convertidos (66,67%)
Total de pênaltis: 6

Sérgio (1957-1968)
1 pênalti defendido
1 pênalti chutado para fora
1 pênalti convertido (33,33%)
Total de pênaltis: 3

Dida (2014)
1 pênalti defendido
1 pênalti chutado para fora
1 pênalti convertido (33,33%)
Total de pênaltis: 3

Marcelo Boeck (2006)
1 pênalti defendido
2 pênaltis convertidos (66,67%)
Total de pênaltis: 3

Ademir Maria (1987-1988)
1 pênalti defendido
2 pênaltis convertidos (66,67%)
Total de pênaltis: 3

30%
Sérgio (1994)
3 pênaltis defendidos
1 pênalti chutado na trave
6 pênaltis convertidos (60%)
Total de pênaltis: 10 

27,27%
Bard (1923-1928)
3 pênaltis defendidos
8 pênaltis convertidos (72,73%)
Total de pênaltis: 11

26,67%
La Paz
4 pênaltis defendidos
11 pênaltis convertidos (73,33%)
Total de pênaltis: 15

25%
Renan (2005-2012)
5 pênaltis defendidos
1 pênalti chutado na trave (70%)
Total de pênaltis: 20

14 pênaltis convertidos
Léo (1930)
1 pênalti defendido
3 pênaltis convertidos (75%)
Total de pênaltis: 4

Danton (1921-1922)
1 pênalti defendido
1 pênalti chutado na trave
2 pênaltis convertidos (50%)
Total de pênaltis: 4

23,08%
Fernandez (1991-1993)
3 pênaltis defendidos
10 pênaltis convertidos (76,92%)
Total de pênaltis: 13

21,62%
Clemer (2002-2008)
8 pênaltis defendidos
1 pênalti chutado para fora
1 pênalti chutado na trave
27 pênaltis convertidos (72,97%)
Total de pênaltis: 37

21,43%
Alisson (2013-2016)
3 pênaltis defendidos
1 pênalti cobrado para fora
10 pênaltis convertidos (71,43%)

20,59%
André (1994-2005)
7 pênaltis defendidos
2 pênaltis chutados para fora
1 pênalti chutado na trave
24 pênaltis convertidos (70,59%)
Total de pênaltis: 34

20%
Job (1921-1926)
1 pênalti defendido
4 pênaltis convertidos (80%)
Total de pênaltis: 5

18,18%
Benítez (1977-1983)
4 pênaltis defendidos
3 pênaltis chutados para fora
1 pênalti chutado na trave
14 pênaltis convertidos (63,64%)
Total de pênaltis: 22

Gasperin (1978-1980)
2 pênaltis defendidos
1 pênalti chutado na trave
8 pênaltis convertidos (72,75%)
Total de pênaltis: 11

17,24%
Ivo Wink (1942-1950)
5 pênaltis defendidos
1 pênalti chutado para fora
23 pênaltis convertidos (79,31%)
Total de pênaltis: 29

16,66%
Manga (1975-1977)
2 pênaltis defendidos
1 pênalti chutado para fora
9 pênaltis convertidos (75%)
Total de pênaltis: 12

Júlio (1938-1941)
1 pênalti defendido
1 pênalti chutado para fora
2 pênaltis chutados na trave
2 pênaltis convertidos (33,32%)
Total de pênaltis: 6

14,29%
Silveira (1959-1961)
2 pênaltis defendidos
1 pênalti chutado para fora
1 pênalti chutado na trave
10 pênaltis convertidos (71.42%)
Total de pênaltis: 14

Goycochea (1995-1996)
1 pênalti defendido
6 pênaltis convertidos (86,71%)

12,5%
Taffarel (1985-1989)
2 pênaltis defendidos
1 pênalti chutado na trave
13 pênaltis convertidos (81,25%)
Total de pênaltis: 16

Milton (1952-1955)
1 pênalti defendido
1 pênalti chutado para fora
2 pênaltis chutados na trave
4 pênaltis convertidos (50%)
Total de pênaltis: 8

11,11%
Marcelo Lomba (2018-2021)
3 pênaltis defendidos
1 pênalti chutado para fora
23 pênaltis convertidos (85,19%)
Total de pênaltis: 27

Schneider (1968-1976)
2 pênaltis defendidos
16 pênaltis convertidos (88,89%)
Total de pênaltis: 18

Danilo Fernandes (2016-2021)
1 pênalti defendido
8 pênaltis convertidos (88,89%)
Total de pênaltis: 9

10%
Gainete (1962-1971)
2 pênaltis defendidos
1 pênalti chutado para fora
16 pênaltis convertidos (85%)
Total de pênaltis: 19

9,68%
Muriel (2010-2015)
3 pênaltis defendidos
1 pênalti chutado para fora
27 pênaltis convertidos (87,1%)

9,09%
Maisena (1990)
1 pênalti defendido
1 pênalti chutado para fora
9 pênaltis convertidos
Total de pênaltis: 11 (81,82%)

7,14%
Lauro (2008-2010)
1 pênalti defendido
1 pênalti chutado para fora
12 pênaltis convertidos (85,72%)
Total de pênaltis: 14

6,67%
João Gabriel (1999-2003)
1 pênalti defendido
14 pênaltis convertidos (93,33%)
Total de pênaltis: 15

4,76%
Penha (1930-1937)
1 pênalti defendido
2 pênaltis chutados para fora
2 pênaltis chutados na trave
16 pênaltis convertidos (76,19%)
Total de pênaltis: 21

0%
Marcelino (1924)
1 pênalti chutado na trave
7 pênaltis convertidos (87,5%)
Total de pênaltis: 8

Gilmar (1982-1985)
1 pênalti chutado para fora
6 pênaltis convertidos (85,71%)
Total de pênaltis: 7

Daniel (2022)
1 pênalti chutado na trave
5 pênaltis convertidos (83,33%)
Total de pênaltis: 6

Moeller (1927-1929)
1 pênalti chutado para fora
5 pênaltis convertidos (83,33%)
Total de pênaltis: 6

Paulinho (1957-1959)
1 pênalti chutado na trave
3 pênaltis convertidos (75%)
Total de pênaltis: 4

Orestes (1926)
1 pênalti chutado para fora
3 pênaltis convertidos (75%)
Total de pênaltis: 4

Bagatini (1978-1979)
1 pênalti chutado para fora
1 pênalti convertido (50%)
Total de pênaltis: 2

Bañolas (1919)
1 pênalti chutado para fora
Total de pênaltis: 1

Ewerton (1949-1951)
10 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 10

Mano (1984-1985)
4 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 4

Cestari (1960)
4 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 4

Keiller (2022)
3 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 3

Preto (1997)
3 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 3

Abbondanzieri (2010)
2 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 2

Rafael (1972-1973)
2 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 2

Waldir (1969-1970)
2 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 2

Guaporé (1965-1967)
2 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 2

Dóia (1951)
2 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 2

Ciscador (1942)
2 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 2

Rubens (1941)
2 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 2

Heraclydes (1928)
2 pênaltis convertidos (100%)
Total de pênaltis: 2

Rafael Moura (2014)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1
OBS: atacante substituindo o goleiro expulso

Luiz Muller (2003)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Renato (2002)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

César Silva (1989)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Carlos Alberto (1986)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Maninho (1959)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Raul (1959)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Oscar (1955)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Vinícius (1948)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Bagre (1929)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Marcos (1928)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Bicca (1918)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Sylvio (1916)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Ávila (1914)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Simão (1914)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1

Barbiéri (1912)
1 pênalti convertido (100%)
Total de pênaltis: 1




sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

Pênaltis marcados contra o Internacional


Considerando a lista de pênaltis que possuo (597 pênaltis marcados contra o Internacional), estas são as equipes que tiveram pênaltis marcados contra o Colorado.
TP = Total de pênaltis
PC = Pênaltis convertidos
PP = Pênaltis perdidos


Equipe
Cidade
UF
TP
PC
PP
Grêmio
Porto Alegre
RS
50
41
9
Juventude
Caxias do Sul
RS
28
24
4
Cruzeiro
Porto Alegre
RS
24
17
7
São José
Porto Alegre
RS
20
12
8
Cruzeiro
Belo Horizonte
MG
17
13
4
Novo Hamburgo
Novo Hamburgo
RS
17
15
2
Palmeiras
São Paulo
SP
16
11
5
Athlético
Curitiba
PR
14
11
3
Porto Alegre
Porto Alegre
RS
13
7
6
Santos
Santos
SP
13
10
3
Flamengo
Rio de Janeiro
RJ
13
11
2
Fluminense
Rio de Janeiro
RJ
13
11
2
Pelotas
Pelotas
RS
13
11
2
Americano
Porto Alegre
RS
12
8
4
Coritiba
Curitiba
PR
11
7
4
Bahia
Salvador
BA
11
10
1
Renner
Porto Alegre
RS
10
9
1
Atlético
Belo Horizonte
MG
9
6
3
Brasil
Pelotas
RS
9
6
3
Esportivo
Bento Gonçalves
RS
9
8
1
São Paulo
São Paulo
SP
9
9
0
Caxias
Caxias do Sul
RS
8
5
3
Portuguesa de Desportos
São Paulo
SP
8
7
1
Botafogo
Rio de Janeiro
RJ
7
5
2
Goiás
Goiânia
GO
7
6
1
Vitória
Salvador
BA
7
7
0
Avaí
Florianópolis
SC
6
3
3
Força e Luz
Porto Alegre
RS
6
5
1
Internacional
Santa Maria
RS
6
5
1
Vasco da Gama
Rio de Janeiro
RJ
6
5
1
Corinthians
São Paulo
SP
6
6
0
São Luiz
Ijuí
RS
5
2
3
Fortaleza
Fortaleza
CE
5
3
2
Concórdia
Porto Alegre
RS
5
4
1
Flamengo
Caxias do Sul
RS
5
4
1
Veranópolis
Veranópolis
RS
5
4
1
Paraná
Curitiba
PR
5
5
0
São Paulo
Rio Grande
RS
5
5
0
Aimoré
São Leopoldo
RS
4
2
2
Sport
Recife
PE
4
2
2
Figueirense
Florianópolis
SC
4
2
2
Ceará
Fortaleza
CE
4
3
1
Nacional
Porto Alegre
RS
4
3
1
Tabajara
Porto Alegre
RS
4
3
1
Rio Grande
Rio Grande
RS
4
3
1
Passo Fundo
Passo Fundo
RS
4
4
0
Farroupilha
Pelotas
RS
3
1
2
Internacional
Lajes
SC
3
1
2
Peñarol
Montevidéu
URU
3
2
1
América
Rio de Janeiro
RJ
3
2
1
Chapecoense
Chapecó
SC
3
3
0
Universidad de Chile
Santiago
CHI
3
3
0
Ypiranga
Erechim
RS
3
3
0
Guarani
Campinas
RS
3
3
0
Boca Juniors
Buenos Aires
ARG
2
1
1
Criciúma
Criciúma
SC
2
1
1
Glória
Vacaria
RS
2
1
1
Guarani
Venãncio Aires
RS
2
1
1
Santa Cruz
Santa Cruz do Sul
RS
2
1
1
Ulbra
Canoas
RS
2
1
1
Zaragoza
Saragoça
ESP
2
1
1
Bagé
Bagé
RS
2
2
0
Atlético
Goiânia
GO
2
2
0
AESA
Santo Ângelo
RS
2
2
0
Colo Colo
Santiago
URU
2
2
0
Joinville
Joinville
SC
2
2
0
Lajeadense
Lajeado
RS
2
2
0
Náutico
Recife
PE
2
2
0
Newwel's Old Boys
Rosario
ARG
2
2
0
Once Caldas
Manizales
COL
2
2
0
Riograndense
Rio Grande
RS
2
2
0
Ponte Preta
Campinas
SP
2
2
0
Ruy Barbosa
Porto Alegre
RS
2
2
0
Salgueiro
Salgueiro
PE
1
0
1
Sel. de S. Sebastião do Caí
S. Sebastião do Caí
RS
1
0
1
Seleção de Uruguaiana
Uruguaiana
RS
1
0
1
Sportivo Luqueño
Luque
PAR
1
0
1
Tharros
Oristano
ITA
1
0
1
Tigres
S. Nicolás de los Garza
MEX
1
0
1
Gama
Gama
DF
1
0
1
Gaúcho
Passo Fundo
RS
1
0
1
Guará
Guará
DF
1
0
1
Logroñés
Logroño
ESP
1
0
1
Millonarios
Bogotá
COL
1
0
1
Muniz Freire
Muniz Freire
ES
1
0
1
Paysandu
Belém
PA
1
0
1
Rio Branco
Pelotas
RS
1
0
1
ABC
Natal
RN
1
0
1
Al-Jazira
Abu Dhabi
EAU
1
0
1
Barcelona
Barcelona
ESP
1
0
1
Chapadão
Chapadão do Sul
MS
1
0
1
Everton
Viña del Mar
CHI
1
0
1
14 de Julho
Passo Fundo
RS
1
1
0
14 de Julho
Santana do Livramento
RS
1
1
0
América
Belo Horizonte
MG
1
1
0
Atlanta
Buenos Aires
ARG
1
1
0
Bangu
Rio de Janeiro
RJ
1
1
0
Bayer Leverkusen
Leverkusen
ALE
1
1
0
Cachoeira
Cachoeira do Sul
RS
1
1
0
Combinado CRB/CSA
Maceió
AL
1
1
0
Comercial
Campo Grande
MS
1
1
0
CRB
Maceió
AL
1
1
0
CSA
Maceió
AL
1
1
0
Cuiabá
Cuiabá
MT
1
1
0
Deportivo Cuenca
Cuenca
EQU
1
1
0
Deportivo Táchira
San Cristóbal
VEN
1
1
0
Esportivo
Passos
MG
1
1
0
Estrela
Estrela
RS
1
1
0
Estudiantes
La Plata
ARG
1
1
0
Figueres
Figueres
ESP
1
1
0
Gaúcho
Ijuí
RS
1
1
0
Gimnasia y Esgrima
La Plata
ARG
1
1
0
Guaireña
Vila Rica
PAR
1
1
0
Guarani
Ponta Grossa
PR
1
1
0
Guarany
Bagé
RS
1
1
0
Guarany
Cachoeira do Sul
RS
1
1
0
Juan Aurich
Chiclayo
PER
1
1
0
Juvenil
Caxias do Sul
RS
1
1
0
Londrina
Londrina
PR
1
1
0
Metropol
Criciúma
SC
1
1
0
Mixto
Cuiabá
MT
1
1
0
Nacional
Manaus
AM
1
1
0
Nacional
Montevidéu
URU
1
1
0
Olimpia
Assunção
PAR
1
1
0
Olympique
Marselha
FRA
1
1
0
Palestino
Santiago
CHI
1
1
0
Rio Branco
Bagé
RS
1
1
0
Riograndense
Santa Maria
RS
1
1
0
River Plate
Buenos Aires
ARG
1
1
0
Santa Cruz
Recife
PE
1
1
0
Santanense
Santana do Livramento
RS
1
1
0
Santo André
Santo André
SP
1
1
0
São José
São José dos Campos
SP
1
1
0
Tamoio
Santo Ângelo
RS
1
1
0
Taquarense
Taquara
RS
1
1
0
Toluca
Toluca
MEX
1
1
0
Torrense
Torres
RS
1
1
0
Toulouse
Toulouse
FRA
1
1
0
União São João
Araras
SP
1
1
0
Valencia
Valencia
ESP
1
1
0
Valladolid
Valladolid
ESP
1
1
0
Vila Nova
Goiânia
GO
1
1
0
Ypiranga
Salvador
BA
1
1
0