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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

DOSSIÊ LIBERTADORES - As participações coloradas - 1993




Depois de 4 anos, o Internacional voltou à Libertadores, com o título da Copa do Brasil. Buscando dedicar-se inteiramente à competição sul-america, conseguiu que a FGF marcasse o início da participação da dupla Gre-Nal no Gauchão apenas em maio. Mas o presidente José Asmuz reforçou pouco o clube, contratando apenas Jairo Lenzi e Jandir. Com isso, o Internacional teve uma campanha desastrosa. Os brasileiros ficaram no mesmo grupo dos colombianos. E o Internacional, mesmo com o regulamento prevendo a classificação de três clubes, chegou na última rodada já eliminado, na pior campanha de sua história. Em seis jogos, foram 3 empates e 3 derrotas. Pouco depois foi eliminado da Copa do Brasil pelo Londrina, e ficou 24 dias sem jogar partidas oficiais, entre abril e maio.

Resultados:
1ª Fase
10.02.1993 0x0 Flamengo – C
05.03.1993 1x1 América – C
10.03.1993 1x3 Flamengo – F
16.03.1993 0x1 Atlético Nacional – C
23.03.1993 2x4 América – F
26.03.1993 0x0 Atlético Nacional – F

Artilheiros colorados:
Daniel Franco, Jairo Lenzi, Élson e Rudinei – 1 gol



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

DOSSIÊ LIBERTADORES - As participações coloradas - 1989




1989
Vice-campeão brasileiro em 1988, o Internacional voltou a disputar a Taça Libertadores após nove anos. Com o atraso do término do campeonato brasileiro, a CBF enviou o Internacional como Brasil 1 (campeão), o que infelizmente não confirmou-se. Na 1ª fase, os brasileiros ficaram junto com os venezuelanos. Mesmo assim, o Internacional teve um desempenho muito fraco, só classificando-se graças ao novo regulamento, que previa a classificação de três das quatro equipes do grupo. Na fase seguinte, porém, goleou o Peñarol, aplicando a maior goleada que os uruguaios já haviam sofrido em uma competição internacional. Mas na 2ª partida, em Montevidéu, perdeu o lateral Luís Carlos Winck, com fratura na perna. Na fase seguinte o Colorado eliminou o Bahia, mas na semifinal, após vencer no Paraguai, com um gol de bicicleta de Luís Fernando Flores, foi eliminado pelo Olimpia no Beira-Rio.

Resultados:
1ª Fase
21.02.1989 1x2 Bahia – C
24.02.1989 0x1 Unión Táchira – F
02.03.1989 1x1 Marítimo – F
14.03.1989 0x1 Bahia – F
21.03.1989 3x0 Marítimo – C
28.03.1989 3x1 Unión Táchira – C
Oitavas de final
05.04.1989 6x2 Peñarol – C
11.04.1989 2x1 Peñarol – F
Quartas de final
19.04.1989 1x0 Bahia – C
26.04.1989 0x0 Bahia – F
Semifinal
10.05.1989 1x0 Olimpia – F
17.05.1989 2x3 Olimpia – C

Artilheiros colorados:
Diego Aguirre – 5 gols
Luís Fernando Flores – 4 gols
Edu Lima – 3 gols
Nílson, Nórton e Hêyder – 2 gols
Luís Carlos Winck e Dacroce – 1 gol



DOSSIÊ LIBERTADORES - As participações coloradas - 1980





1980
Tricampeão brasileiro em 1979, o Internacional voltou a disputar a Taça Libertadores em 1980. Dessa vez o Colorado se preparou melhor para o torneio. Antes da estreia, Falcão declarou em entrevista que dessa vez o clube estava valorizando a Libertadores, colocando-a no mesmo nível de importância que o Brasileiro. Na 1ª fase, no grupo de brasileiros e venezuelanos, o Colorado passou sem sustos. No triangular semifinal, o Internacional tornou-se o 3º clube brasileiro a bater um argentino na Argentina, pela Taça Libertadores. Mas os problemas no setor ofensivo do clube tornaram-se claros na reta final. Nas últimas quatro partidas, o Internacional não marcou gols. Sofreu apenas um, mas foi o suficiente para perder o título. E a partida decisiva foi recheada de polêmicas. Aos 35’ do 1º tempo o juiz peruano Edson Pérez marcou uma falta duvidosa de Mauro Galvão em Morales. Enquanto os atletas colorados foram reclamar com o juiz, Morales cobrou a infração rapidamente e a bola chegou a Victorino, que marcou o único gol da partida. No 2º tempo, aos 11’, De Léon colocou a mão na bola dentro da área, mas o juiz marcou o lance fora. E aos 36’, Adílson e De La Peña chocaram-se em campo, mas o juiz permitiu que apenas o uruguaio fosse atendido, mesmo com o brasileiro sangrando no supercílio. O delegado da Conmebol, Eduardo Roca Couture, foi obrigado a exigir que o juiz desse tratamento igual aos dois clubes.

Resultados:
1ª Fase
23.03.1980 0x0 Vasco da Gama – F
13.04.1980 1x0 Deportivo Táchira – F
16.04.1980 1x2 Deportivo Galícia – F
20.04.1980 2x1 Vasco da Gama – C
27.04.1980 4x0 Deportivo Táchira – C
30.04.1980 2x0 Deportivo Galícia – C
Semifinal
13.06.1980 1x0 Vélez Sarsfield – F
25.06.1980 3x1 Vélez Sarsfield – C
02.07.1980 0x0 América – F
10.07.1980 0x0 América – C
Final
30.07.1980 0x0 Nacional – C
06.08.1980 0x1 Nacional – F

Artilheiros colorados:
Adílson – 4 gols
Falcão, Cláudio Mineiro e Jair - 2 gols
Cléo, Bira, Tonho e Adavílson - 1 gol


terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

DOSSIÊ LIBERTADORES - As participações coloradas - 1977




Bicampeão brasileiro em 1976, o clube classificou-se para a Taça Libertadores de 1977. Os brasileiros ficaram no mesmo grupo dos equatorianos, e o Internacional classificou-se para a semifinal, após bater o Corinthians. A equipe paulista terminou em 3º lugar, atrás de El Nacional. No triangular semifinal, o Colorado enfrentou o Cruzeiro e a Portuguesa venezuelana, ficando em segundo lugar e sendo eliminado. Algo impensável para os dias de hoje: faltando duas partidas e ainda tendo condições matemáticas de classificação, o técnico colorado Sérgio Moacir Torres declarou que usaria os jogos restantes para acertar o time para o campeonato gaúcho.

Resultados:
1ª Fase
03.04.1977 1x1 Corinthians – F
10.04.1977 2x0 Deportivo Cuenca – F
13.04.1977 0x2 El Nacional – F
24.04.1977 1x0 Corinthians – C
01.05.1977 3x1 Deportivo Cuenca – C
05.05.1977 2x0 El Nacional – C
Semifinal
03.07.1977 0x1 Cruzeiro – C
10.07.1977 0x3 Portuguesa – F
24.07.1977 0x0 Cruzeiro – F
27.07.1977 2x1 Portuguesa – C

Artilheiros colorados:
Dario – 4 gols
Escurinho – 3 gols
Lula, Batista, Vacaria e Joãozinho Paulista – 1 gol



DOSSIÊ LIBERTADORES - As participações coloradas - 1976




A estreia do Internacional na Taça Libertadores da América ocorreu em 1976. Campeão brasileiro do ano anterior, o clube classificou-se para a competição continental. Na época, o torneio era disputado pelos campeões e vices de cada país, mais o campeão da edição anterior. Os clubes eram agrupados por países, e os brasileiros ficaram no mesmo grupo que os paraguaios. O grande adversário colorado foi o Cruzeiro.

A primeira partida do Colorado na Taça Libertadores ocorreu no Mineirão, contra o Cruzeiro. Em uma das maiores partidas da história da competição, cheia de alternativas, o Cruzeiro venceu por 5x4. Joãozinho estava iluminado nesse dia, enquanto Figueroa jogou uma de suas piores partidas. Perdendo os dois confrontos contra os mineiros, o Internacional ficou em 2º lugar no grupo, sendo eliminado, pois apenas o campeão avançava.

Resultados:
1ª Fase
07.03.1976 4x5 Cruzeiro – F
14.03.1976 1x0 Olimpia – C
21.03.1976 3x0 Sportivo Luqueño – C
28.03.1976 0x2 Cruzeiro – C
11.04.1976 1x0 Sportivo Luqueño – F
13.04.1976 1x1 Olimpia – F

Artilheiros colorados:
Ramón – 4 gols
Lula - 3 gols
Valdomiro e Falcão - 1 gol
Zé Carlos (Cruzeiro/contra) - 1 gol

Atletas colorados que jogaram o torneio


sábado, 12 de janeiro de 2019

Copa São Paulo




Foto: Marcos Ribolli/Globoesporte

Títulos, vices e semifinais onde o clube não avançou para a final.

Corinthians
10 títulos (1969, 1970, 1995, 1999, 2004, 2005, 2009, 2012, 2015 e 2017)
8 vices (1973, 1976, 1978, 1984, 1993, 1997, 2014 e 2016)
4 semifinais (1980, 1992, 2019 e 2020)

Fluminense
5 títulos (1971, 1973, 1977, 1986 e 1989)
2 vices (1979 e 2012)
1 semifinal (2014)

Internacional
5 títulos (1974, 1978, 1980, 1998 e 2020)
1 vice (1972)
8 semifinais (1977, 1981, 1985, 1989, 1990, 1994, 2008 e 2018)

São Paulo
4 títulos (1993, 2000, 2010 e 2019)
7 vices (1981, 1992, 1994, 2001, 2004, 2007 e 2018)
10 semifinais (1972, 1973, 1984, 1990, 1991, 1995, 2008, 2009, 2015 e 2022)

Flamengo
4 títulos (1990, 2011, 2016 e 2018)
1 semifinal (1998)

Santos
3 títulos (1984, 2013 e 2014)
3 vices (1982, 2010 e 2022)
8 semifinais (1970, 1978, 1981, 1983, 1985, 1997, 2000 e 2023)

Atlético MG
3 títulos (1975, 1976 e 1983)
1 vice (1980)
2 semifinais (1982 e 2014)

Palmeiras
2 títulos (2022 e 2023)
2 vices (1970 e 2003)
9 semifinais (1969, 1974, 1975, 1978, 1982, 2004, 2010, 2013 e 2015)

Ponte Preta
2 títulos (1981 e 1982)
5 vices (1975, 1977, 1986, 1995 e 1998)
3 semifinais (1971, 1999 e 2002)

Nacional SP
2 títulos (1972 e 1988)
2 vices (1969 e 2005)
3 semifinais (1971, 1984 e 1996)

Portuguesa de Desportos
2 títulos (1991 e 2002)
1 vice (1974)
5 semifinais (1976, 1979, 1989, 1993 e 2018)

Juventus
1 título (1985)
3 vices (1989, 1990 e 2000)
7 semifinais (1969, 1970, 1977, 1979, 1986, 2006 e 2017)

Cruzeiro
1 título (2007)
2 vices (1996 e 2002)
3 semifinais (1976, 1998 e 2016)

Vasco da Gama
1 título (1992)
2 vices (1999 e 2019)
1 semifinal (2003)

América MG
1 título (1996)
1 vice (2023)
5 semifinais (1975, 1999, 2011, 2016 e 2022)

Guarani
1 título (1994)
1 vice (1985)
4 semifinais (1972, 1997, 2000 e 2019)

América SP
1 título (2006)
1 vice (1988)
1 semifinal (1986)

Paulista
1 título (1997)
2 semifinais (1996 e 2017)

Figueirense
1 título (2008)

Santo André
1 título (2003)

Roma
1 título (2001)

Marília
1 título (1979)

Grêmio
2 vices (1991 e 2020)
3 semifinais (1973, 1983 e 2002)

Botafogo SP
2 vices (1983 e 2015)

Goiás
1 vice (2013)
2 semifinais (1991 e 2023)

Atlético PR
1 vice (2009)
2 semifinais (2007 e 2012)

Bahia
1 vice (2011)
1 semifinal (2013)

Batatais
1 vice (2017)

Rio Branco SP
1 vice (2008)

Comercial SP
1 vice (2006)

Botafogo
1 vice (1971)

Coritiba
2 semifinais (2004 e 2012)

Matsubara
2 semifinais (1980 e 1988)

Oeste
1 semifinal (2020)

Desportivo Brasil
1 semifinal (2011)

Juventude
1 semifinal (2010)

Avaí
1 semifinal (2009)

São Bernardo
1 semifinal (2007)

Grêmio Barueri
1 semifinal (2006)

Paraná
1 semifinal (2005)

Iraty
1 semifinal (2005)

Internacional SP
1 semifinal (2003)

Primavera
1 semifinal (2001)

Bragantino
1 semifinal (2001)

Novorizontino
1 semifinal (1995)

Londrina
1 semifinal (1994)

Vitória
1 semifinal (1993)

Santa Teresa MG
1 semifinal (1992)

Joinville
1 semifinal (1988)

Campo Grande RJ
1 semifinal (1974)


sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Desempenho no Beira-Rio

Este ano, até o momento (partida contra o Santos, em 22/10/2018), o Internacional tem 83,33% de aproveitamento nos jogos disputados no Beira-Rio, quarto melhor desempenho de sua história. A temporada de 2018 perde apenas para 1976 (90,19%), 1975 (89,21%) e 1997 (84,52%).

A diferença principal em relação às outras temporadas foram os títulos. Em 1975 e 1976, o clube foi campeão brasileiro e gaúcho. Em 1997, veio o título gaúcho. Em 2018, o bom desempenho em casa não se traduziu em conquistas, pelo menos até o momento.

O Internacional ainda tem 4 partidas em casa, podendo melhorar ou piorar o desempenho de 2018. Se vencer as partidas restantes, a temporada de 2018 superará a de 1997, tornando-se a 3ª mais efetiva da história do Beira-Rio.

Desempenho colorado no Beira-Rio, temporada a temporada:
OBS1: Para efeito de comparação, todas partidas forma consideradas valendo 3 pontos.
OBS2: Em 2013 o Internacional não jogou no Beira-Rio

1976
90,19%
1975
89,21%
1997
84,52%
2018
83,33%
1974
82,75%
1978
82,45%
2015
79,82%
1985
79,16%
2008
78,70%
2009
78,33%
2014
78,26%
1986
78,16%
1979
77,50%
1980
76,31%
1984
75,55%
2005
75%
2006
74,28%
1994
74,16%
1969
73,95%
1970
73,50%
1988
73,07%
1972
72,91%
1977
72,91%
2003
72,72%
2010
72,07%
1992
72,04%
1991
71,26%
2000
70,70%
1981
70,23%
2017
69,69%
1987
69,60%
1999
69,52%
1993
69,13%
1971
69,10%
2007
69,04%
1982
68,96%
2011
67,59%
2004
66,66%
2012
66,66%
2016
65%
1973
64,36%
1998
63,76%
1996
62,31%
1989
60,95%
1995
59,13%
2002
58,62%
1983
58,33%
2001
57,84%
1990
52,87%